Dicas de Exegese Para Pregadores


 Por Marcelo Lemos


Você tem uma semana para preparar o sermão do próximo culto. Como proceder? Não acredito que exista uma regra fixa, inalterável para se obter exíto na tarefa de pregar a Palavra de Deus. A homilética, como já escrevi por aqui, é tanto uma ciência quanto uma arte. Ciência me fala de regras, principios; arte me fala de criatividade, variedade, improvisação... Todavia, penso poder compartinhar alguns princípios que têm feito parte do minha própria prática de pregação.




 Antes, uma pequena introdução sobre o termo “exegese”. Tecnicamente, trata-se de uma transliteração de um termo grego que literalmente pode ser entendido como “narração, exposição”. Termo grego que é formado pela junção de duas palavras: ek e egéomai. Na primeira, o significado é “fora de”; já na segunda, encontramos o sentido de “tirar”, “relatar”, “explicar”, ou “expor”. De modo que poderiamos afirmar que a tarefa da exegese é “trazer algo para fora”. Nas palavras de Karl Barth, em Proclamação do Evangelho, a exegese aplicada ao texto Bíblia, significa a tarefa de extrair a mensagem do texto. Em outras palavras, é o trabalho de descobrir a resposta para a mais simples das questões: que isso, que leio, significa?


A importância da exegese se evidencia quando nos damos conta da enormidade de abusos que são feitos contra a Palavra de Deus, seja por má fé, seja por ingnorância. Tenho a impressão de que muitos podem achar o trabalho da exegese dispendioso, ou opcional. Na correria do dia-a-dia é muito fácil se deixar seduzir por “atalhos”. Por isso, não é de se extranhar que livros de esboços e Bíblias de “estudos” sejam campeões de vendas. Apesar de tais ferramentas serem de grande utilidade, elas jamais podem substituir o encontro pessoal entre o pregador/estudante e o próprio texto bíblico. Além disso, nenhum escritor é infalível, apenas as Escrituras o são. Por isso, sem dúvida, você encontrará erros em esboços e Bíblias de Estudo; porém, terá grande chance de não ser vitimado por eles, caso tenha tido, a priori, o seu próprio encontro com o Texto Sagrado.


Abaixo segue, como sugestão, uma breve lista dos passos a serem dados pelo pregador, no processo de interpretação do texto sagrado.


No caso de você ser “principiante” em estudos homiléticos, aconselho a leitura de alguns textos publicados anteriormente em nosso site:
Identifique o texto. Prefiro aconselhar você a “identificar” o texto, a dizer “escolha” o texto. Simplesmente “escolher” um texto pode nos conduzir a erros diversos, como nos esquecermos ou ignorarmos o  contexto. Também pode haver o risco de simplesmente ficarmos com aquele texto que nos parece mais agradável, ou promissor.


Quando falo em “identificar” o texto bíblico a ser pregado, tem algo muito mais excelente em vista. Você já reparou que algumas traduções bíblicas apresentam capítulos divididos em temas, e as vezes sub-temas? Estes são recursos muito valiosos, apesar de não infaliveis, de identificarmos textos bíblicos a serem pregados. Seria interessante o pregador mesmo identificar tais unidades de pensamento, mas o exercio de acompanhar os temas e sub-temas apresentados nas traduções é um excelente começo, apesar das limitações.


Abrindo minha Bíblia Thompson ( a única bíblica de estudo que utilizo regularmente) em Hebreus VI, vejo que os editores dividiram o mesmo em 2 sub-temas. Se eu consigo interpretar e aplicar adequadamente cada um deles, tenho em mãos material para, no mínimo, dois sermões! Os quatro sub-temas me apresentados são:
  • Os Perigos Espírituais (Hebreus 6.1-12)
  • Esperança, a ancora da alma (Hebreus 6.13-20)
Avançando para o próximo capítulo, me deparo com mais dois sub-temas:
  • Melquisedeque, figura do sacerdôcio eterno de Cristo (Hebreus 7.1-10)
  • Uma Melhor Aliança (Hebreus 7.11-28)
Tais divisões são muito apropriadas para a prática da pregação expositiva, que é mais apropriada para textos mais longos. Em porções mais curtas, pregações textuais são bem úteis, e as vezes, mais naturais. O mais importante é pregar sobre uma unidade de pensamento, e não em textos cortados de seu contexto.


Como escrevi no artigo Pregação Expositiva, Parte III; a identificação de “pericopes” é uma fonte inesgotavel de temas para pregadores expositivos. Seguindo tal prática, é virtualmente impossível ao pregador ficar sem opções de tema, ainda que pregue por diversos dias, ou meses, num mesmo lugar.


Faça sua própria tradução e compare com as outras que você possui. Caso você disponha de recursos para isso, aconselho que traduza diretamente do grego, o texto escolhido. Em muitos casos, não precisa traduzir todo o texto, mas apenas alguma frase ou expressão. Isso vai depender da necessidade do pregador em compreender corretamente o que está lendo. Todavia, este trabalho, apesar de útil, não é fundamental. Torna-se até desaconselhavel, caso haja perigo de perder o foco, que é interpretar o texto adequadamente, e não lançar uma nova tradução das Escrituras!


Um fato importante: mesmo que você sequer conheça o alfabeto grego, podes perfeitamente compreender a mensagem bíblica. Neste caso, é aconselhável que você disponha de boas traduções, a fim de poder comparar uma com as outras. Tenha em sua estante traduções largamente aceitas, como: Corrgida Fiel, Atualizada, Jerusalém, e NVI.


Para que servem tais comparações? Para que o pregador possa ter certeza de que compreendeu adequadamente o significado da passagem, ou de um termo específico. Um exemplo simples:
“Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” – Atos 1.8; Almeida Corrigida Fiel.
“Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra” – Atos 1.8; Almeida Atualizada;
“Mas descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas em Jerusalém, em toda a Judéia e Samaria e até os confins do mundo” – Atos 1.8; Versão Católica.
Trata-se de um exemplo simples, no qual podemos perceber o que Lucas quis dizer ao fazer uso do termo “virtude”, da Corrigida Fiel. Atualmente, o termo “virtude” pode ter muitos significados. Por exemplo, honestida é uma virtude, uma qualidade. Todavia, não é isso que Lucas tem em mente. Por “virtude”, ele tem no coração um “poder”, uma “força”; que capacitaria os discípulos a realizarem a grande tarefa de evangelização que lhes estava sendo proposta.


Medite no texto, a luz de seu contexto. Quando um escritor bíblico se colocou a expor um determinado tema, ele fez isso em uma unidade de pensamento. Infelizmente, como as divisões em capítulos e versículos que temos em mãos nem sempre é feliz, tal unidade pode ser perdida numa leitura superficial. Não atentando para este fato, corremos o risco de perder o significado do texto. É o que ocorre, por exemplo, em Hebreus 6:
“Pelo que, deixando os ensinos elementares da doutrina de Cristo, prossigamos para a perfeição, não lançando de novo o fundamento do arrependimento de obras mortas e da fé em Deus, e o ensino sobre batismos e imposição de mãos, e sobre a ressurreição dos mortos e o juízo eterno”.
Por alguns leitores não se darem conta que o texto apenas desenvolve o que vinha sendo dito no capitulo precedente, tenho me deparado com verdadeiras aberrações exegéticas em cima deste texto; como por exemplo, quando um aluno no Seminário, me perguntou se o mesmo advertia contra o ensino das doutrinas fundamentais de fé! Na verdade, dentro do contexto, o autor está simplesmente censurando alguns cristãos que já podedendo ser “mestres”, por imaturidade continuavem carentes de serem constantemente reafirmados nos “dudimentos” da religião cristã. São palavras de censura contra a imaturidade, não contra os fundamentos da fé!


Estude as palavras, ou expressões chave, que aparecem no texto. Você já notou que ao lermos alguns textos Bíblicos, algumas expressões, palavras, e até mesmo frases são constantemente repetidas pelo autor? Este fato implica que o autor a tem em grande estima naquele momento; ou seja, trata-se de algo importe. Aqui, novamente, se faz notória o valor de conhecer as linguas originais, especialmente grego. Algumas vezes, ao lermos o texto no grego, conseguimos captar detalhes que poderiam nos escapar nas traduções que dispomos. Reflita sobre isso, antes de descartar a opção de dedicar-se ao estudo do grego bíblico.


Por exemplo, numa recente controvérsia, tentei demonstrar a um irmão em Cristo que sua tese sobre a Marca da Besta ser um biochip implantado sobre a pele das pessoas, era fantasiosa e antibíblica. Minha convicção vem do fato de que a Marca da Besta, descrita por João, seria simplismente um sinal, um emblema, impresso em cima da pele das pessoas.


Lendo os textos que falam sobre a Marca em nossas traduções, talvez possa não ficar muito claro; como observamos no exemplo a seguir:
Conseguiu que todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, tivessem um sinal na mão direita e na fronte, e que ninguém pudesse comprar ou vender, se não fosse marcado com o nome da Fera, ou o número do seu nome”Apocalipse 13.16,17.


Você não precisa ir ao grego para descobrir que tal “marca” não pode ser um biochip implantado sob a pele das pessoas. Para tanto, basta interpretar o texto corretamente, a luz do contexto imeditado. O apóstolo diz que as pessoas precisariam ter em suas mãos, ou testas, uma marca, que seria o “nome da Fera”, ou o “número do seu nome”. Ou seja, ele não apenas fala que haveria uma “Marca”, mas também, como ela seria: o nome ou o número da Besta. Isso impede que seja um biochip, e nos força a interpretar como sendo um embela sobre a pele, como uma tatuagem.
Todavia, se você tem acesso ao grego, provar tal coisa pode alcançar um grau de “sofisticação” maior. Escrevendo ao irmão que defendia o biochip, eu lhe mostrei alguns fatos bíblicos interessantes sobre esta questão;
“Segui-os ainda um terceiro anjo, dizendo com grande voz: Se alguém adorar a besta, e a sua imagem, e receber o sinal NA [πί]fronte, ou, NA [πί ] mão... E olhei, e eis uma nuvem branca, e assentado sobre a nuvem um semelhante a filho de homem, que tinha sobre [πί] a cabeça uma coroa de ouro, e na [πί] mão uma foice afiada”Apocalipse 14.9,14.
... o termo grego é ἐπί. Transliterado temos “epi”; que traduzido é literalmente, “sobre”. Este termo aparece mais de 400 vezes em todo o Novo Testamento... Então, se queremos aprender em qual sentido ele é utilizado, é bom exercicio pesquisarmos qual o uso que os autores do Novo Testamento fizeram dele, não é mesmo?
“... colocou-o SOBRE o pináculo do Templo” – Mateus 4.5.
“... mas, a qualquer que lhe bater NA face direita, oferece-lhe também a outra” – Mateus 5.39.
“... Ele faz nascer o seu sol SOBRE maus e bons,...” – Mateus 5.45.
“... lhe trouxeram um paralítico deitado NUM leito... para que saibais que o Filho do homem tem poder SOBRE a terra... ” – Mateus 9.2, 6.
“... nenhum deles cairá EM terra sem a vontade de vosso Pai.” – Mateus 10.29.
“... manda-me ir contigo SOBRE as águas... e andando SOBRE as águas, foi ao encontro de Jesus...” – Mateus 14.28,29.
As referencias são muitas, não dá para citar todas; estou sendo bem aleatório, e utilizo a King James Concordance, para fazer tais citações. Por isso, dada a enorminadade da tarefa, pularei para o uso que o livro do Apocalipse faz do temo grego que estamos buscando o significado:
“... e não saberás a que hora SOBRE ti virei” – Rev. 3.3.
“... e um assentado SOBRE o trono” – Rev. 4.2.
“Vi na destra do que estava assentado SOBRE o trono...” - Rev. 5.1
“... e eles reinarão SOBRE a terra.” - Rev. 5.10.
“... e eis um cavalo branco; e o que estava montado NELE...” - Rev. 6.2.
“.... colocou o seu pé direito SOBRE o altar...” - Rev. 10.2.
Bem, as referencias são inúmeras, mais de 400 empregos em todo o Novo Testamento. Na lista acima, temos somente alguns casos, que escolhi de forma aleatórica, consultado a concordância grego-inglês, da King James; e citando os textos conforme tradução da nossa Atualizada. De modo que, inconstestavelmente, podemos afirmar que tanto Tomas Ice, quando David Bay, estão certos, bem como a maioria dos leitores, em perceberem que a idéia de algo DENTRO DA PELE das pessoas, sequer passou perto da mente de João, o Apóstolo...
No caso acima, o estudo de dedicou a uma expressão grega no texto: epi, e seu significado tanto no texto, quanto no restante das Escrituras. Por se tratar de um debate teológico, o objetivo de sua citaçãoa qui, resume-se em tentar demonstrar o valor das linhas originais. Para o pregador, creio que o caso seja muito mais simples.


Esteja atento para expressões, frases, verbos e questões que sejam repetidas no texto. Dedique especial atenção a palavras sobre as quais você possa ter alguma dúbida, ou que possa ser erroneamente compreendida por seus ouvintes. Me permitam mais um exemplo; espero não estar sendo cansativo.


Recentemente, durante uma escolha dominical, estavamos estudanto um tema ligado a “restauração espiritual de Davi”. Estudo este, baseado na revista Lições Bíblicas, editado pela CPAD. Ao ler a lição em casa, notei que ao falar do perdão para o pecado de Davi, a tradução utilizada pela maioria em nossa Igreja afirmava o seguinte: “transpassarei o teu pecado”. Outras traduções vertem a expressão como indicando o “perdão” para o pecado de Davi. Imaginando que algum aluno poderia ter dificuldade em relacionar “transpassar”“perdoar”, fiz algumas pesquisas... com
“Então disse Davi a Natã: Pequei contra o Senhor. E disse Natã a Davi: Também o Senhor traspassou o teu pecado; não morrerás” – II Samuel 12.13.
Primeiro, pesquisei na própria lição, tentando descobrir se o comentárista, ou os subsídios, davam algum esclarecimento sobre a questão. Não encontrei nada espefício. Assim, achei melhor ir ao hebraico verificar qual era a palavra utilizada. Descubro então que o termo “transpassar” é como o utilizado em Josué 1.2; quando Deus diz ao mesmo: “Moisés, meu servo, é morto. Levanta-te agora, passa este Jordão... vá a terra que eu dou aos filhos de Israel”.


Interessante que num determinado momento da aula, um aluno manifesta exatamente esta dúvida! Queria o mesmo saber o que “perdoar” e “transpassar” tinham a haver; pois “transpassar” dá a idéia de julgamento, e não de perdão. Uma dúvida interessante, que o mesmo sanou simplesmente lendo a referencia acima, e percebendo que o sentido de perdão está no fato de Deus “tirar o pecado” de Davi.


No caso de uma pregação, dificilmente alguém se levantará para dizer que não compreende esta ou aquela expressão ou palavra, de modo que é bom que o pregador se antecipe a tais possíveis questões. Conscientemente, alguns evitam utilizar até mesmo expressões teológicas que possam não ter significado claro para os ouvintes, especialmente incrédulos presentes ao culto. Assim, muitos jamais usam termos como “expiação”, “redenção”, “Queda”, “propiciação”, enfim. Não é uma prática justificavel, já que a função do pregador é interpretar e aplicar. Basta, tão somente, o que pregador explique, converse com seus ouvintes!


Elabore um tema. Quando você interpreta uma passagem bíblica, a ponto de ter até mesmo estabelecido qual é o texto em estudo; então és capaz de identificar o tema da mensagem. Sobre que assunto este texto fala? Estabeleça claramente este ponto. Em muitos casos, você encontrará textos que abordam uma gama variada de temas, e serás tentado a, numa única pregação, abordar cada um deles. Não faça isso. A pregação teve ter um tema único; por isso, não escreva um tratado teológico para ser utilizado domingo a noite, ok?


Sobre o que o autor esta falando? Estabeleca isso de forma bem clara, e interprete o texto, descobrindo os valores ou principios que estavam na mente do autor quando escreveu o texto.


Elabore uma tese. Já tendo em mãos o singificado do texto, elabore uma tese a ser defendida, pregada.  Aqui você está num campo mais prático, mais relacionado a sua vida e a vida de seus ouvintes. Nesta fase, você já sabe o que Deus disse, e os motivos que levaram Deus dizer o que disse. O sermão, por sua vez, poderá ser desenvolvido em diversas direções práticas, de acordo com o texto que você estudou.


Se o texto fala das razões para ter fé, você poderá pregar sobre tais razões. Caso o texto fala das consequencias de um determinado pecado, você poderá pregar sobre tais consequencias. Ahá, o texto fala sobre os beneficios de seguir a Cristo? Então, você pode pregar sobre tais benefícios. Existem textos que falam tanto de motivos, consequencias, perigos e beneficios. Você pode falar de todos, ou escolher uma linha mais enxuta para a sua exposição. Use o bom senso.


Antes de dar seu estudo por terminado, logo, antes de pregar; não deixe de consultar alguns comentários bíblicos reconhecidos por sua fidelidade bíblica. Nunca tente ser original, nem tenha a presunção de inventar a roda. Seja criativo, mas não “original”. Nunca despreze o testemunho que o Espírito Santo tem dado a Igreja, por meio daqueles que antecederam você na história. Com isso, não prego que você seja dependente deles, mas que você não ouse ignorá-los irresponsávelmente. Quando você decidir por uma interpretação que difere de A ou B, tenha certeza de ter meditado em todas as outras opções, e que a sua é biblicamente inescapavel. Fuja da pretensão, assim como o “diabo foge da cruz!”.


Possivelmente estaremos abordando em outras ocasiões, temas relacionados mais diretamente com a exegese. Por ora, espero que estas dicas lhe sejam de alguma utilidade. É a minha oração.


Paz e bem

9 comentários :

  1. Gostei muito de ler sobre dicas de Exegese para a pregação.
    Me foi muito útil.
    Sempre prego na minha Igreja, porque pedem.Mas eu geralmente prego em cima de outras pregações que ouço e acho por bem repassá-las.
    Vou ficar mais atenta sobrepregadores que eu não conheço.
    Não sei fazer sermão, mas sei entregar uma mensagem,feita por outros, porque o ESpírito Santo é que vai transformando e muitos dos meus parentes são convertidos e me pedem para pregar outras vezes.
    Gostariamuito de aprender a escrever uma mensagem sozinha. Onde posso aprender?

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  2. Lúcia, é válida e importante a sua disposição em anunciar a Palavra de Cristo, ainda que simplesmente repetindo aquilo que ouviu de outros. Aqui no blog, temos artigos dedicados áqueles que, como a irmã, querem, ou precisam, conhecer mais sobre a estrutura de um sermão. Aconselho a irmã a dedicar algum tempo na leitura destes textos; talvez lhe possam ser de grande ajuda.

    Que Deus continue lhe abençoando. Qualquer dúvida, entre em contato com agente.

    Paz e bem

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  3. Belo texto, com certeza ajudará aqueles que estão iniciando na caminhada da exposição bíblica.

    Um abraço!

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  4. Felipe, obrigado pela visita e pelas palavras de incentivo. Que Deus o abençoe ricamente!

    Paz

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  5. Tanildes Lacerda7 de abril de 2010 19:52

    Gostaria de obter mais esclarecimento sobre o pecado transpassado de Davi, não ficou muito claro, principalmente quando comparado ao texto de Josué. O que é um pecado transpassado?
    Desde já agradeço
    Atenciosamente,
    Tanildes

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  6. A comparação foi para mostrar que o sentido é "passar" algo para outro lugar; isso nos fala de perdão para o pecado de David. Em outras palavras, seu pecado foi tirado dele e colocado em outrem, Jesus Cristo.

    Espero ter respondido.

    Graça e Paz

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  7. [...] Dicas de Exegese Para Pregadores (Estude as Escrituras por si mesmo!) [...]

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  8. OI Marcelo Lemos!!
    Sou ministro do Evangélho de Cristo Jesus, prego a palavra de Deus, e dou estudos onde sou convidado., mais sou um eterno aluno na escola de Cristo Jesus, e estou muito favorecido com tais exposições de exegese postadas por vc., e confesso que ajudou-me a esclarecer a mente, assegurando-me ainda mais no meu desempenho no ministério da palavra... Obrigado e tudo de bom.!
    concluo com a paz do senhor Jesus cristo.!
    Siro.

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